
O cheiro da noite que começamos,
não terminou. Guardo comigo os nós
daqueles laços, inimaginários, forjados
pela eucaristia que selamos. Numa noite,
É muito para uma já, porém, serelepe
como só se sabe ser, meninice feminina,
ensina e faz relembrar dias inteiros ,
aquela hóstia divina, que não ousamos recusar;
Jeito de menina, dança no ventre
calcada de brasileirismos na pele ardente,
febre viril açoitada por incandescentes amostras
de afeto, dedicação, carinho e humildade, por não saber
onde no exato, que poesia, está para viver..
cantando baixinho, pé d'ouvido,
cachoeira de voz que invade,
braço de rio daqui-de-dentro
parecendo agora, se acertou.
Segredo.
4 comentários:
Revela-se... sem revelar... Contraditório? Maybe,rs... Imagens que não são tão táteis...
E, ainda assim, o "dar a entender" que possibilita vários sentires...
Gostado =)
Beijos!!!
lindo vc ralmente escreve muito bem.... Parabéns
bjos
Tu és sempre encanto. A cada leitura te gosto mais como pessoa e como poeta que és.
Cheru!
P.s essa sequestrei para meu acervo de poesias do R.poeta = )
Eheee... coisa boa que é segredo público escondido..
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